Fragmentação
Logs via SSH, CPU em outra tela e erros percebidos pelo usuário. Não existe uma linha causal única.
Uma camada de observabilidade nativa do Cleat para entender saúde, falhas e performance de todas as aplicações — sem tentar reconstruir o Datadog no primeiro dia.
Hoje o deploy termina quando o processo sobe. Para o operador, o trabalho real começa depois: descobrir se a aplicação está saudável, por que ficou lenta e o que mudou antes de uma falha.
Logs via SSH, CPU em outra tela e erros percebidos pelo usuário. Não existe uma linha causal única.
Cada app exige agentes, dashboards, retenção e credenciais. A observabilidade vira outro produto para operar.
Ferramentas externas não conhecem deploy, runtime, servidor, release ou tenant como o Cleat conhece.
“Cleat Signals” é o nome de trabalho para uma experiência integrada: cada app ganha uma visão de saúde, logs pesquisáveis, métricas essenciais, erros agrupados e uma trilha de deploys.
Coleta padrão instalada pelo Cleat; instrumentação avançada é incremental.
Toda mudança de saúde deve poder ser comparada com o deploy que a antecedeu.
Sem SDK proprietário obrigatório e com exportação para outros backends.
Cada item é uma funcionalidade concreta do Cleat Signals, agrupada pelo corte em que entra, pelo status de entrega e pelas superfícies que a expõem. O corte 01 responde “o que aconteceu?”, o 02 “piorou depois do deploy?” e o 03 “por que aconteceu?”.
Experiência completa: log explorer, gráficos, timeline de incidente, configuração de alertas e retenção.
As mesmas capacidades para scripts e CI, com saída --json. Ex.: cleat signals health.
Claude Code, Codex e Grok consultam saúde, métricas e logs como ferramentas nativas, sem shell.
/api/v1); o painel consome essa API e CLI/MCP são clientes dela. Um sinal só é considerado “pronto” quando está disponível nas três superfícies.| Funcionalidade | O que entrega | Web | CLI | MCP | Status |
|---|---|---|---|---|---|
| Log explorer | Busca, filtros e tail por app, release, severidade e tempo. | ● | apps logs | apps_logs | ● MVP |
| Coletor gerenciado | Ingestão de stdout, systemd e OTLP com enrichment e batching. | ● | config | — | ● MVP |
| Redaction & quotas | Mascara dados sensíveis e limita volume por tenant. | ● | ○ | — | ● MVP |
| Health overview | Uma tela para detectar aplicações degradadas. | ● | signals health | signals_health | ● MVP |
| Métricas RED + host | Latência, taxa de erro, CPU, memória, disco e restarts. | ● | signals metrics | signals_metrics | ● MVP |
| Deploy markers | Sobrepor cada release aos gráficos, logs e alertas. | ● | status | deploy_status | ● MVP |
| Alertas padrão | Notificar indisponibilidade, erro e saturação. | ● | signals alerts | signals_alerts | ● MVP |
| Timeline de incidente | Linha causal única reunindo os sinais de uma falha. | ● | ○ | signals_incident | ● Fase 2 |
| Endpoint OTLP | Receber traces, métricas e logs via OpenTelemetry. | ● | — | — | ● Fase 2 |
| Trace waterfall + service map | Visualizar chamadas e dependências entre serviços. | ● | signals traces | signals_traces | ● Fase 2 |
| Correlação trace ↔ log | Saltar de um log para o trace correspondente e vice-versa. | ● | ○ | ○ | ● Fase 2 |
| Sampling configurável | Controlar o custo de traces por aplicação. | ● | signals sampling | signals_set_sampling | ● Fase 2 |
| Exportação para backends externos | Enviar telemetria para Datadog ou Grafana Cloud. | ● | — | — | ● Conector |
| RUM / Session replay | Observabilidade de front-end no navegador. | — | — | — | — Fora agora |
| AI / RCA automático | Sumário assistido e diagnóstico automático de incidentes. | ● | — | signals_summary | — Depois |
● nativo · ○ leitura/básico · — não exposto. Os nomes de comandos CLI e ferramentas MCP são propostas deste estudo — hoje já existem apps logs, servers logs e deploy_status nas três superfícies.
Um collector por servidor recebe os sinais das aplicações e do host. Ele adiciona metadados do Cleat, aplica limites e envia para um backend central por tenant.
tenant_id, app_id, deployment_id, server_id, runtime, environment e service.version. Essa taxonomia é o verdadeiro moat do produto.
O primeiro resultado valioso é responder rapidamente: “está quebrado?”, “começou depois de qual deploy?” e “onde olho agora?”.
| Capacidade | MVP | Depois | Fora agora | Resultado esperado |
|---|---|---|---|---|
| Logs centralizados | ● Sim | Busca avançada | — | Filtrar por app, release, processo, severidade e tempo. |
| Métricas essenciais | ● Sim | Custom metrics | — | CPU, memória, disco, restarts, latência e taxa de erro. |
| Deploy markers | ● Sim | Comparação automática | — | Sobrepor cada release aos gráficos e logs. |
| Health overview | ● Sim | SLOs | — | Uma tela para detectar apps degradadas. |
| Tracing distribuído | Receber OTLP | ● Fase 2 | Auto-instrumentar tudo | Waterfall e correlação trace ↔ log. |
| Alertas | 3 regras padrão | ● Fase 2 | Motor complexo | Notificar indisponibilidade, erro e saturação. |
| RUM / Session replay | — | — | ● Sim | Não competir com suites completas no início. |
| AI / RCA automático | — | Sumário assistido | Agente autônomo | Só depois de dados confiáveis e bem correlacionados. |
O produto deve ser a experiência Cleat e a camada de contexto. Armazenamento e ingestão são melhor compostos com projetos maduros.
Alloy/Collector na borda, Loki para logs, Prometheus/Mimir para métricas e Tempo para traces. Ecossistema amplo e separação clara por sinal, com maior custo operacional interno.
Melhor começo incrementalExperiência integrada sobre ClickHouse, com logs, métricas, traces e exceções. Acelera time-to-market, mas aproxima a UI do Cleat de uma segunda UI de observabilidade.
Ótimo para validar rápidoMenor carga operacional, maior custo variável e dependência externa. Pode existir como integração premium sem ser a fundação obrigatória.
Conector, não núcleoAs durações são hipóteses para planejamento, não compromissos. Cada fase deve terminar com uso real em pelo menos duas aplicações de runtimes diferentes.
Logs são o sinal mais barato de coletar e o mais consultado no dia a dia. Hoje eles obrigam o operador a abrir SSH: não existe uma linha do tempo única por aplicação. Sem essa base, correlação é teoria — falta o registro do que aconteceu.
O Cleat passa a instalar e gerenciar um collector por servidor, que coleta stdout/systemd das aplicações e o journal do host, enriquecendo cada linha com tenant_id, app_id, deployment_id, server_id, runtime e environment. O operador busca e filtra por release sem tocar no servidor.
Com a linha do tempo dos logs no lugar, o próximo salto é medir. Métricas transformam “tem log de erro” em “a taxa de erro subiu 4× depois do deploy 87” — e é aí que o Cleat tem vantagem: ele conhece o deploy.
Entram métricas RED + host (CPU, memória, disco, restarts), um health overview de todas as aplicações, deploy markers sobrepostos aos gráficos e três alertas padrão: indisponibilidade, taxa de erro e saturação. O release vira o eixo causal de qualquer investigação.
Validamos quando: detectar uma app degradada no overview e apontar o release que antecedeu a mudança, sem SSH.Tracing custa mais caro: volume de dados e instrumentação. Ele só compensa quando logs e métricas já são confiáveis, porque responde “por que aconteceu?”, não “o que aconteceu?”. Colocar na frente seria construir o telhado antes da fundação.
Entram o endpoint OTLP para receber traces, o waterfall, o service map básico, a correlação trace ↔ log e o sampling configurável por aplicação. Nada de auto-instrumentar tudo: é opt-in, aplicação por aplicação, quando o time quiser o detalhe.
Validamos quando: uma app instrumentada com traces navegáveis e o salto log → trace funcionando.Só entra depois dos três cortes em uso real: SLOs e orçamento de erro, RCA assistido por AI, exportação para Datadog/Grafana Cloud (conector, não núcleo), RUM/session replay (fora do escopo) e escala multi-região.
Depende de: dados confiáveis e bem correlacionados nas fases anteriores.Itens “propostos” formam a tese atual. Itens “abertos” precisam de spike técnico ou decisão de produto.
D-001D-002D-003D-004D-005D-006D-007D-008Documentação primária usada para validar protocolo, sinais e opções de coleta. A recomendação de produto é uma inferência aplicada ao contexto atual do Cleat.